Você costuma acessar a internet pelo tablet ou smartphone? Se sim, já deve ter reparado que alguns sites não se ajustam bem à tela ou nem abrem nesses dispositivos. Isso ocorre porque eles não são responsivos.

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Nada agradável, não é mesmo? Afinal, não é sempre que temos um desktop ou notebook à disposição para navegar na internet e resolver assuntos importantes. E é por isso que o design responsivo tem se tornado uma prioridade cada vez mais importante no mundo da tecnologia.

Que tal conferirmos alguns detalhes sobre o design responsivo e entender a diferença desse tipo de estratégia para outras, como o design adaptável? Continue a leitura e confira mais informações sobre esse universo!

Quando um site é responsivo, não importa o tipo de aparelho, ele será visualizado corretamente. Para entender o tamanho do impacto que a falta de um design responsivo faz, pare para analisar: só em 2021, a venda de smartphones bateu recorde de 450 bilhões de dólares, com um crescimento de 7%.

E isso não para por ali. Em 2021, a Apple sozinha vendeu quase 58 milhões de iPads. Isso significa que cada vez mais as pessoas lerão e-mails, visualizarão sites e farão compras em dispositivos móveis.

1 - Use imagens flexíveis

Imagens não devem ser fixas quando o assunto é o design responsivo. Essa é uma das principais regras, evitando que a formatação de todo o site seja comprometida de acordo com o dispositivo utilizado.

Com essa técnica, você consegue fazer com que a experiência do usuário seja muito mais agradável e promove até mesmo a inclusão, já que facilita a leitura e o uso dos recursos do seu layout.

2 - Livre-se de efeitos

Efeitos podem ser ótimos para passar uma mensagem ou até mesmo tornar o site mais atraente, mas devem ser evitados quando o assunto é a responsividade.

Isso acontece porque, muitas vezes, eles também são bem fixos e pouco fluidos, fazendo com que aconteça uma “deformação” dependendo do dispositivo que está sendo utilizado. Sem contar que essa é uma grande dificuldade para o carregamento das informações.

3 - Evite pixels fixos

Quando utilizamos pixels fixos, acabamos limitando bastante a responsividade dos websites. Por isso, a dica é sempre focar em grades fluidas, que se adaptem aos diversos tipos de tela e possam ser expandidas e retraídas de acordo com a necessidade do leitor.

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Esse redimensionamento automático permite muito mais autonomia para o usuário do website, sendo proporcional ao dispositivo que está sendo utilizado.

4 - Faça uso de media queries

Outra palavra-chave na implementação de designs responsivos é o uso de media queries. Elas permitem que o layout seja otimizado para larguras diferentes de telas, novamente melhorando a experiência do usuário.

Isso funciona de maneira muito otimizada, deletando blocos desnecessários no CSS de acordo com a largura da tela utilizada. Sendo assim, é uma estratégia e tanto para a navegação em dispositivos móveis.

5 - Tenha atenção à velocidade de carregamento

Outro ponto que merece destaque é a atenção do gestor à velocidade do carregamento do website. É que, muitas vezes, pessoas utilizam dados móveis durante a navegação em smartphones ou tablets, fazendo com que uma página leve seja o melhor caminho.

Por isso, inclua essa velocidade em seus testes, a fim de garantir uma navegação mais fluida a partir da remoção de pontos desnecessários e que ocasionam uma lentidão na página.

6 - Foque no inbound marketing

Com inbound marketing, o seu site torna-se o centro da sua estratégia de marketing digital, atração de clientes, leads e vendas e precisa estar adequado às necessidades e ao comportamento do consumidor.

E vale lembrar que o uso da responsividade é um dos pilares da ativação adequada do marketing na Internet. Afinal, mecanismos de busca utilizam cada vez mais esses recursos para ranquear os sites e torná-los mais acessíveis aos usuários. A gente já fala mais disso!

Para que serve e qual é o motivo de se aplicar um design responsivo?

Confira algumas das razões pelas quais investir em design responsivo é uma boa pedida!

Redução de problemas com o tráfego

Um dos principais objetivos é o de melhorar a experiência do usuário. Um site responsivo garante a boa usabilidade do conteúdo de uma página, independentemente do meio tecnológico que o seu cliente usa para acessá-la. Vários detalhes tornam o site mais fácil de navegar:

  • links mais espaçados (para que seu dedo não esbarre em algo que você não queira abrir);
  • layout que dispense a utilização do recurso “zoom” para visualizar claramente o conteúdo e ícones distribuídos na tela;
  • melhor disposição dos textos e imagens, para facilitar a leitura.

Com isso, o seu usuário se torna mais satisfeito ao utilizar o website, reduzindo as chances de que ele feche o portal e migre para a concorrência. Afinal, não é isso que queremos, certo?

Aumento de visitas

Um bom site para navegar é, também, um site mais visitado. Quando há uma responsividade e o carregamento do portal é feito de forma fácil, sem que muitos dados sejam consumidos, as chances de que ele se torne mais popular é bem maior.

Se o seu objetivo é garantir a presença online da sua marca, investir em sites responsivos e/ou adaptáveis é uma estratégia valiosa para os negócios. Já não dá mais para a sua empresa ficar com um site antigo, certo?

Lembrando que isso é válido para todos os tipos de website, desde os que são do tipo e-commerce aos blogs informativos. O design responsivo é útil nas mais diversas situações, permitindo que o alcance do seu portal aumente consideravelmente.

Maior conversão

Quando falamos sobre o aumento do número de visitas, também é importante mencionar a relevância da conversão. Sites que têm uma navegabilidade agradável são muito mais propensos a convencer o cliente a fechar um negócio. Quando é difícil navegar, o resultado é justamente o contrário.

Nesses casos, é possível que o usuário simplesmente seja vencido pelo cansaço e acabe fechando o site, migrando para outras alternativas que, provavelmente, fazem uso do design responsivo. Ou seja: não adianta ranquear bem nas buscas e oferecer um website que não atende às necessidades da clientela.

Outra questão é que ações nas redes sociais que levem o usuário a uma landing page ou mesmo um anúncio mobile serão pouco efetivas se o seu site não estiver preparado para receber estes acessos móveis. Isso porque você investirá em levar o cliente para o seu site, mas ele não será beneficiado pela experiência na página — o que pode levá-lo a desistir de uma oferta.

Maior ranqueamento nas plataformas de busca

Já que o assunto é ranqueamento, você sabia que sites que não forem adaptados para smartphones e outros dispositivos móveis caem no ranking de buscas do Google? Essa é uma mudança relativamente recente nas plataformas, mas que já tem dado o que falar e feito uma verdadeira revolução nos códigos escritos para os portais.

"Com as pessoas fazendo cada vez mais buscas em seus dispositivos móveis, queremos ter certeza de que elas podem encontrar conteúdo não apenas relevante e oportuno, mas também fácil de ler e de interagir em telas menores", disse uma porta-voz da empresa ao The Wall Street Journal.

Por isso, cada vez mais os mecanismos — como o Google — têm parâmetros que permitem um melhor posicionamento de portais que fazem uso do design responsivo, a fim de melhorar a experiência do usuário e permitir que a navegação seja bem mais agradável.

Redução dos custos

Os custos também são reduzidos com um site responsivo, já que ter várias versões de um mesmo site, normalmente, é um processo caro e demorado, que até atrasa o posicionamento da marca.

Além disso, ao desenvolver diversos sites, cada um deles terá URLs diferentes. Isso atrapalha a indexação das páginas por parte de buscadores, como o Google, já que pode ocorrer duplicação do conteúdo.

Por fim, os custos com manutenção do site também acabam sendo menores, já que os portais com códigos mais antigos são, também, mais propensos a bugs, erros e outros tipos de problemas com a funcionalidade.

Diferencial competitivo

Atualmente, cerca de 91% dos acessos às redes sociais no Brasil são realizados por meio de dispositivos móveis, segundo pesquisa idealizada pela Comscore.

Ou seja: praticamente todo o acesso à internet no país é feito em celulares, tablets e outros dispositivos do gênero. Diante deste cenário, é indispensável deixar o seu site preparado para o mobile.

Isso garante uma maior presença online e uma maior força da sua marca, que passa não só a ser mais acessada na Internet, mas também mais respeitada. E, com isso, você e sua empresa saem na frente da concorrência, destacando-se em um mercado altamente competitivo e que não deixa espaço para enrolações. Não perca o timing!

Como o design responsivo é diferente do design adaptável?

Há muitos tipos de design que podem ser aplicados aos dispositivos móveis. Os mais comumente falados são o responsivo e o adaptável. As diferenças entre esses recursos são funcionais, ou seja, estão relacionadas à construção dos códigos que serão aplicados e com o modo como a responsividade atua na prática.

O design responsivo é voltado para a construção de códigos que se adaptam automaticamente aos diferentes tipos de dispositivo, largura de telas e outros detalhes. É como se ele fosse um líquido, que se adapta à forma de cada recipiente em que é colocado. As imagens, aqui, não ficam deformadas e não há perda na formatação do conteúdo do site.

O design adaptável, por sua vez, também não apresenta deformidades ou alterações na formatação, mas o código não é universal. Na verdade, são construídas estruturas para cada tipo de dispositivo, seguida da ativação do código adequado mediante identificação, pelo sistema, do aparelho que está sendo utilizado pelo usuário.

Por exemplo: quando uma pessoa faz uso de um tablet, o sistema realiza essa identificação e ativa o código destinado a esse tipo de dispositivo. A desvantagem está na necessidade de trabalho extra para a construção personalizada de códigos, algo que não é necessário no design responsivo.

Como aplicar responsividade no CSS?

Até aqui, trouxemos muitas dicas que podem ajudar você a começar a testar a responsividade do seu website. Agora, confira um resumo das informações passadas e conheça outras dicas que podem ajudar:

  • use media queries;
  • trabalhe o viewport, de modo que ele fique adaptável às mais diversas larguras de tela;
  • capriche nos breakpoints, que serão essenciais para os ajustes do layout em cada situação;
  • estude o uso de colunas para a construção de designs fixos ou fluidos;
  • reduza o número de efeitos no site;
  • use imagens fluidas.

Por último, mas não menos importante, não deixe de sempre testar a velocidade de carregamento. Afinal, esse é um dos pontos mais relevantes quando o assunto é a experiência do usuário, permitindo que o site abra de forma eficaz mesmo com o uso de dados móveis.

Gostou de saber mais sobre o design responsivo e de conhecer toda a sua relevância para o cenário atual da tecnologia? Agora, não deixe de implementar esses conhecimentos no seu dia a dia.

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Originalmente publicado 01/12/2022 07:15:00, atualizado Janeiro 21 2023

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